O seis no topo é yin e débil, sem possuir as virtudes da moderação equilibrada e da retidão; sendo yin e habitando o ápice, acha-se em posição incorreta no momento em que O entusiasmo alcançou o extremo.
Se mesmo o nobre que vivesse nesta era deveria manter-se em cautela e temor, quanto mais uma alma flexível e débil? Entrega-se desmedidamente ao gozo, entorpecida no erro sem saber regressar. Estando no termo de O entusiasmo, a sua cegueira dissipada acha-se já consumada.
Todavia, se for capaz de transformar-se e mudar de rumo, poderá ficar livre de culpa.
No término de O entusiasmo reside o princípio da mutação: se o homem que erra for capaz de renovar a si mesmo, poderá eximir-se de faltas; de sorte que, ainda que o obscurecimento festivo já se tenha consumado, emendar-se é meritório.
O santo expressou esta verdade a fim de exortar à emenda e ao progresso no bem; por isso silenciou sobre o infortúnio do obscurecimento e frisou unicamente a isenção de culpa advinda da transformação.
A Imagem diz: Entusiasmo obscurecido no topo: como poderia durar por muito tempo? Entorpecer-se nas trevas do deleite até o esgotamento extremo faz com que o desastre e a calamidade desabem de pronto sobre ele: como poderia permanecer assim por muito tempo?
É imperioso que se transforme com a máxima rapidez.